Os estudos em relação aos efeitos a saúde dos produtos geneticamente modificados ainda são inconclusivos,
mas, uma coisa é certa e definitiva, todas as sementes transgênicas são de propriedade exclusiva do detentor da sua patente, que as cria e as fornece porque são estéreis, não se reproduzem.
Assim ameaçam a biodiversidade e como imunes são a diversos animais mexem drasticamente com os ecossistemas.
Diante disso, muitos mercados, principalmente o Europeu rejeita esses produtos e aqui no Brasil, maior produtor atual de soja, muitas delas geneticamente modificadas estão sendo consumidas sob a forma de óleo e outros produtos sem a devida informação.
Diante disso e para aproveitar o nicho de mercado consciente existente no Brasil a Imcopa, maior indústria e exportadora de produtos derivados de soja não-transgênica do mundo, mudam de estratégia e aumenta a oferta do óleo de soja não-transgênico Leve no mercado interno.
No rótulo, o Leve mostra dois selos da certificadora norte-americana Cert-ID. Um deles atesta o rastreamento do processo industrial desde a semente até o produto final: o Non-GMO.
O outro, ProTerra, assegura que a indústria compra soja de áreas não desmatadas desde 1994 e que não utilizam mão-de-obra infantil ou escrava.
No ToTTal , a certificação tem uma centena de pré-requisitos e é reconhecida pela World Wild Fund for Nature (WWF).
Até abril do ano que vem a Imcopa aumenta de 4,5 mil para 22,9 mil toneladas a oferta do produto no Brasil.
Marketing Imcopa alimentos, responsabilidade social e ambiental